quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Já é quase Natal outra vez...

Foi no dia 24 de Dezembro de 2015, por volta das 7h20, que soube que ia ser mãe.
Foi no dia 25 de Dezembro de 2015, por volta da 1h, que o pai soube que ia ser pai.
Foste/És a mais pequena e melhor prenda que alguma vez recebe(re)mos.
E, literalmente, nunca mais deixou de ser Natal cá em casa. Porque o teu pai adora o Natal e está sempre à procura de uma boa desculpa para não desmontar a árvore, este ano teve, pela primeira vez, um argumento suficientemente forte. Nada que eu não tivesse previsto quando decidi que o teste de gravidez seria um bom presente.
Passada a emoção e alegria iniciais, o tempo foi pouco para viver esta gravidez como dizem ser suposto (!) viver uma gravidez. Eu entre a Farmácia, as formações e o curso de Gestão, o pai sempre no Hotel (a trabalhar!), cheguei a sentir-me uma péssima mãe por não te tocar, não conversar contigo, não descansar... De qualquer forma, o facto de ainda não te sentir, não se notar muito a barriga e de não teres um nome, fazia com que parecesse tudo pouco real. 
Por isso, foi Natal novamente quando, no dia 26 de Abril, por volta das 15h, o médico disse "É um menino!". Aí sim, ganhaste automaticamente um nome, tornou-se tudo muito mais real, e assim que saímos da clínica onde fizemos a ecografia fomos ver a cama de grades (que já sabíamos que queríamos) e começamos a ver carrinhos, alcofas... 
E agora, estamos a dias (não sabemos quantos e todos à nossa volta parecem saber mais sobre isso do que eu e tu!) de ser Natal outra vez... 

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